24 de novembro de 2010

liindo *O*

Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja,
o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos.
Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas
com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito.
O menino se agasalhou e disse:
- Ok, papai, estou pronto. 
E seu pai perguntou:
- Pronto para quê? 
- Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. 
Seu pai respondeu: 
- Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. 
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou: 
- Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?
Seu pai respondeu: 
- Filho, eu não vou sair nesse frio. 
Triste, o menino perguntou: 
- Pai, eu posso ir? Por favor!
Seu pai hesitou por um momento e depois disse: 
- Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho. 
- Obrigado, pai!
Então ele saiu no meio daquela chuva.
Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade
de porta em porta entregando folhetos evangelísticos a todos que via. 
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, 
mas faltava o último folheto.
Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto,
mas as ruas estavam totalmente desertas.
Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada
até a porta e tocou a campainha.
Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. 
Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. 
Ele esperou, mas não houve resposta. 
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora,
mas algo o deteve. 
Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte.
Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda.
Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. 
Ela perguntou gentilmente: 
- O que eu posso fazer por você, meu filho?
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela,
este pequeno menino disse: 
- Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer
que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto
que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora. 
Ela o chamou e disse: 
- Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!! 
Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Papai Pastor estava no púlpito. Quando o culto começou ele perguntou: 
- Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.
Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto. 
- Ninguém me conhece nesta igreja.
Eu nunca estive aqui.
Vocês sabem antes do domingo passado eu não era cristã. 
Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo.
No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, 
eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha,
eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas
para o sótão da minha casa.
Eu amarrei a corda numa madeira no telhado,
subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço. 
De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido,
eu estava a ponto de saltar, quando, de repente,
o toque da campainha me assustou. Eu pensei:
- Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora. 
Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente;
depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte.
Eu pensei: 
- Quem neste mundo pode ser?
Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar.
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta,
enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar,
pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical
que já vi em minha vida.
O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês!
As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração
que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou
com voz de querubim:
- Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. 
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, 
eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto. 
Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira.
Eu não iria precisar mais delas.
Vocês vêem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DO REI!!!
Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste folheto, 
eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus 
que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno. 


Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja.

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